sábado, 12 de abril de 2008

anais nin

"O amor nunca morre de morte natural. Morre porque nós não sabemos reabastecer sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições. Morre de doença e das feridas. Morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho."




Que nunca morra.